sábado, 9 de julho de 2016


Marilyn Monroe




Há muito tempo não vinha escrever neste blog, acho até que ''saiu fora de moda'', um blog, não é um diário, certo? E, como minha vida mudou muito desde o último post, muitas coisas aconteceram, muitas mesmo, então, o hábito que já era pouco frequente de escrever num blog, ficou ainda mais escasso.

Para dar uma repaginada, e o ar da graça, venho falar sobre essa mulher, diva e única, que eu sempre amei.
Sempre curti muito a Mary ( gosto de chamar ela assim), por me identificar muito com ela, e por gostar da história e do tipo de pessoa que ela foi.
Estou lendo o livro ''FRAGMENTOS'', quase acabando a leitura, este, é de autoria da própria, na verdade, são poemas, cartas, anotações, feitas pela própria Marilyn Monroe.
Eu sempre soube, que a Marilyn, era uma mulher extremamente sensível, como a maioria de nós, com essa leitura, podemos identificar, a fragilidade, por trás daquela  imagem que Hollywood, criara, e mais ainda, faz nos pensar, que somos apenas produtos em uma estante.
Era assim que Marilyn era tratada, na verdade todos nós somos, afinal, nosso trabalho, por qualquer que seja, é o que? Um produto, somos pagos para isso, vendemos nossas horas de vida, e habilidades, por algum dinheiro, ''produto e oferta'', mas acredito que na vida de atores, artistas, como Marilyn, isso era um pouco pior, pois na estante, era a própria pessoa, além de seu trabalho, uma mercadoria.
Marilyn, diferente do que muitas pessoas pensam, não era a ''loira burra'', muito pelo contrário, era uma mulher, de uma inteligência e sensibilidade sem fim.
Marilyn, sofreu muito em sua infância, e adolescência, isso tudo fez com que ela, amadurecesse mais cedo.
Triste, melancólica, uma mulher que queria o amor, queria ser amada por si mesma, a Norma Jeane, e não o mito, a estrela, ''Marilyn Monroe'', não bastando isso, a insegurança, a concentração perdida, e a dependência pelo seu trabalho.
Marilyn, só queria ser respeitada, e fazer filmes a sua altura, ela estudava para isso, Hollywood, não a respeitava como deveria, um exemplo, é o filme ''Os homens preferem as loiras'', onde Marilyn ganhou apenas 18 mil dólares, e Jane Russell, sua companheira de cena, ganhou 100 mil dólares.
Marilyn, não era apenas um rosto bonito, e um belo corpo, não era um ''pedaço de carne'', era uma mulher fantástica, que cometeu, sim, alguns erros, e algumas escolhas erradas, como todos nós, cometemos em nossas vidas, erros, e também acertos.
Depois de ler e ver muitos documentários, sobre esta mulher, a amo cada vez mais, sinto total afeto, e admiração por ela.

(Esta era a foto preferida de Marilyn, retirada do livro ''Fragmentos''.)